quarta-feira, 25 de julho de 2012
CRESCE CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM RECURSOS LIVRES
presidente do COFECI - João Teodoro da Silva
"CRESCE CRÉDITO IMOBILIÁRIO COM RECURSOS LIVRES
O crescimento do mercado de investimento imobiliário, por meio de fundos de investimento (FIIs) ou títulos de renda fixa, tem impulsionado o financiamento com recursos alternativos à poupança. Segundo dados do Banco Central, o estoque de crédito habitacional com recursos livres somou R$16.660 bilhões em maio de 2012, alta de 73,9% na comparação com maio de 2011 quando a soma era de R$9,579 bilhões. No ano, a alta foi de 19,5%. Já o financiamento com recursos direcionados, no qual os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos de poupança, o crescimento atingiu 39,8% em 12 meses, para R$212,314 bilhões."
presidente do COFECI - João Teodoro da Silva
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LAZER
Áreas comuns:
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• Churrasqueira
• Clube
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• Piscina infantil descoberta
• Playground
• Portaria
• Quadra de tênis
• Quadra poliesportiva
• Salão de festas
• Sede social
* PREÇO Convidativo
* Condições - Entrada com CONDIÇÔES FACILITADAS
LOCALIZAÇÃO
Rod Mello Peixoto BR 369, Km 163, Jardim Santa Adelaide - Cambé, PR
Maiores informações entre em contato c/ Keila Corretora Cel:(43)99867582
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Ficha Técnica:
Pavimentação viária
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•Rede coletora de esgotamento sanitário
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finaciamento direto.
Endereço: Av: Brasília, s/n (Saída KM 145 - Ao lado da Rádio Brasil Sul)- Londrina/PR.
Maiores informações entre em contato c/ Keila Corretora Cel:(43)99867582
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
Pesquisa mostra que construções verticais aquecem mercado imobiliário em Londrina
Londrina, localizada ao Norte do Paraná, é a 6ª cidade brasileira em número de edifícios acima de 12 pavimentos e a 12ª cidade no mundo em número de prédios e habitantes, de acordo com Pesquisa de Avaliação do Potencial do Mercado Construtor, divulgada nesta terça-feira, dia 20, na cidade. O levantamento, realizado pelo Sebrae no Paraná e Sinduscon Norte, traz informações para toda a cadeia da construção civil, principalmente para as construtoras. O diagnóstico, que identificou as características, oportunidades e necessidades do setor para o município, foi realizado a partir de uma análise do mercado imobiliário na região. A pesquisa, que contou com a avaliação da Brain Bureau de Inteligência Corporativa, empresa de Curitiba especializada em análises do mercado imobiliário, analisa o desempenho do mercado imobiliário e a relação com o cliente. Traz projeções da população da cidade até 2015, por regiões, bem como identifica as características do setor de construção civil em Londrina, construções feitas com mais freqüência e para quais tipos há mercado. O índice de velocidade nas vendas de imóveis em Londrina é alto, revela a pesquisa. As obras são entregues em média 30 meses após o lançamento, com cerca de 80% a 90% das unidades vendidas. Londrina não enfrenta dificuldades para vender as unidades que atualmente são produzidas. Entretanto, o desafio está em aumentar o número de unidades e também o preço de venda, que está abaixo da média nacional. O metro quadrado das unidades em Londrina está em média 14% abaixo dos preços encontrados em Curitiba, mas os resultados mostram um equilíbrio entre a oferta e a procura de novos produtos no mercado. Divisão por bairros O diagnóstico utilizou os critérios do IPPUL - Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina, que divide o município em cinco macro regiões: Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro. De acordo com o levantamento, a região Norte concentra os bairros mais populares e de menor poder aquisitivo e demonstra ótimo potencial para a edificação de moradias mais populares. A construção de imóveis que estejam entre R$ 30 mil e R$ 40 mil poderá vir a ser uma grande oportunidade, principalmente em bairros como Leonor, Cinco Conjuntos, Parigot, Parques das Indústrias e Interlagos. Londrina possui 56 bairros e os 20 mais populosos concentram 67,58% do total da população e os 10 mais populosos somam 46,04% do total. A pesquisa revela também que a região central é a que possui a maior concentração de renda do município enquanto a região Norte é a que possui a menor concentração de renda, sendo que, quanto menor a concentração de renda, maior a quantidade de pessoas em um mesmo domicílio. Otimização de resultados Henrique Lago, consultor da Brain Bureau, que acompanhou o lançamento da pesquisa, disse que o estudo permite dar um direcionamento ao mercado da construção civil para evitar conflitos e otimizar resultados. "O principal objetivo é conhecer o mercado onde atuam as construtoras e onde há espaço para atuarem, favorecendo seu posicionamento no mercado. Às vezes, há muita oferta de um tipo de construção e falta daquela que pode ter demanda", assinala. 1 / 2 Pesquisa mostra que construções verticais aquecem mercado imobiliário em Londrina Para Ricardo Magno Silva, consultor do Sebrae no Paraná, na região de Londrina, a pesquisa é importante porque traz um melhor nível de informações para o setor da construção civil. "O estudo também vem como uma forma de aprimorar o nível de planejamento de construção das empresas, pois mostra oportunidades de mercado e com isso é possível melhorar a competitividade e rentabilidade. Não adianta apenas fazer lançamentos e construções, é preciso que estejam de acordo com as necessidades do comprador", complementa Magno Silva. Mais informações De acordo com Junker de Assis Grassiotto, presidente do Sinduscon Norte do Paraná, o fator mais relevante desse trabalho é que numa cidade do interior, a capacidade de pesquisa é restrita. "Nacionalmente temos o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que faz pesquisas, mas que são generalistas. Em relação ao que é trabalhado particularmente numa região, não é possível. Quanto menor a cidade, maior a dificuldade", avalia o presidente. Na opinião de Junker, a parceria entre o Sinduscon e o Sebrae, que realizaram o estudo, é fundamental para Londrina, pois é isso que está possibilitando conhecer a respeito do setor e do perfil da cidade, levando ao planejamento e investimentos adequados. "Conhecer o setor em números permite fugir do 'achismo'. A falta dessas informações leva as pessoas a agirem com base na experiência e no que acham e não em dados completos. Londrina se 'verticalizou' muito durante um período e esse cenário diminuiu nos últimos dez anos, passando para a construção de condomínios, e agora está voltando. Se um tipo de construção perdeu espaço, é sinal que a estratégia empresarial tem que ser repensada". Fonte de pesquisa: Agência Sebrae - Assessoria http://www.crecipr.gov.br/creci/index.php?view=article&catid=1%3Alatest-news&id=302%3Apesquisa-mostra-que-construcoes-verticais-aquecem-mercado-imobiliario-em-londrina&format=pdf&option=com_content&Itemid=60
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Vai para o litoral no Carnaval? Aluguel pode mais que dobrar, dependendo do local
Quem for viajar para o litoral paulista no Carnaval deve ficar atento: o preço das locações de imóveis pode variar até 116,67%, dependendo da localização. Essa diferença foi registrada nas diárias das casas com um dormitório, cujos preços vão de R$ 150 (litoral Centro) a R$ 325 (litoral Sul).
De acordo com os dados divulgados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira, na melhor das hipóteses, a diferença entre o menor e o maior preço para imóveis em iguais condições é de 7,92%, para casas com três quartos no litoral Sul (R$ 546 a diária) ou no litoral Centro (R$ 589,26 a diária).
Considerando apenas os preços, é possível passar o feriado na praia pagando uma diária de R$ 150 em uma casa de um quarto no litoral Centro ou até R$ 1.056 em uma casa de quatro dormitórios no litoral Norte.
Quanto custa
Na tabela abaixo, é possível conferir o valor médio das diárias das casas e apartamentos oferecidos no litoral paulista para o Carnaval:
Tipo Litoral Sul Litoral Centro Litoral Norte
Casa (um quarto) R$ 325 R$ 150 R$ 316,67
Apartamento (um quarto) R$ 221,43 R$ 291,82 R$ 207,14
Casa (dois quartos) R$ 352,31 R$ 250 R$ 402,73
Apartamento (dois quartos) R$ 332,50 R$ 398,33 R$ 302,22
Casa (três quartos) R$ 546 R$ 568 R$ 589,26
Apartamento (três quartos) R$ 525 R$ 550 R$ 454,55
Casa (quatro quartos) R$ 714 R$ 812,5 R$ 1.056
Apartamento (quatro quartos) R$ 700 R$ 912,5 R$ 541,67
Fonte: Creci-SP
Variações
Comparado com o mesmo período do ano passado, o preço das diárias caiu até 40,78%, como no caso de residências de três dormitórios, que atualmente estão sendo ofertadas por R$ 568, quando custavam em média R$ 959,09 em 2011.
Apenas para se ter uma ideia, passar quatro dias em uma casa de três dormitórios no Litoral Sul representa um gasto de R$ 2.184, enquanto no litoral Norte o gasto seria de R$ 2.357,04.
Ainda segundo o Creci-SP, entre o Carnaval 2011 e o deste ano, houve queda em 12 dos 28 tipos de imóveis pesquisados.
Por outro lado, a maior alta identificada (137,50%) foi nas casas de um dormitório no litoral Norte, que eram alugadas a R$ 133,33 no Carnaval do ano passado e agora estão sendo oferecidas a R$ 316,67.
Fonte: http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2320652
De acordo com os dados divulgados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira, na melhor das hipóteses, a diferença entre o menor e o maior preço para imóveis em iguais condições é de 7,92%, para casas com três quartos no litoral Sul (R$ 546 a diária) ou no litoral Centro (R$ 589,26 a diária).
Considerando apenas os preços, é possível passar o feriado na praia pagando uma diária de R$ 150 em uma casa de um quarto no litoral Centro ou até R$ 1.056 em uma casa de quatro dormitórios no litoral Norte.
Quanto custa
Na tabela abaixo, é possível conferir o valor médio das diárias das casas e apartamentos oferecidos no litoral paulista para o Carnaval:
Tipo Litoral Sul Litoral Centro Litoral Norte
Casa (um quarto) R$ 325 R$ 150 R$ 316,67
Apartamento (um quarto) R$ 221,43 R$ 291,82 R$ 207,14
Casa (dois quartos) R$ 352,31 R$ 250 R$ 402,73
Apartamento (dois quartos) R$ 332,50 R$ 398,33 R$ 302,22
Casa (três quartos) R$ 546 R$ 568 R$ 589,26
Apartamento (três quartos) R$ 525 R$ 550 R$ 454,55
Casa (quatro quartos) R$ 714 R$ 812,5 R$ 1.056
Apartamento (quatro quartos) R$ 700 R$ 912,5 R$ 541,67
Fonte: Creci-SP
Variações
Comparado com o mesmo período do ano passado, o preço das diárias caiu até 40,78%, como no caso de residências de três dormitórios, que atualmente estão sendo ofertadas por R$ 568, quando custavam em média R$ 959,09 em 2011.
Apenas para se ter uma ideia, passar quatro dias em uma casa de três dormitórios no Litoral Sul representa um gasto de R$ 2.184, enquanto no litoral Norte o gasto seria de R$ 2.357,04.
Ainda segundo o Creci-SP, entre o Carnaval 2011 e o deste ano, houve queda em 12 dos 28 tipos de imóveis pesquisados.
Por outro lado, a maior alta identificada (137,50%) foi nas casas de um dormitório no litoral Norte, que eram alugadas a R$ 133,33 no Carnaval do ano passado e agora estão sendo oferecidas a R$ 316,67.
Fonte: http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2320652
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